Projeto regulamenta recolhimento de pilhas e baterias usadas

Posted on 13th abril 2011 in Legislação

Uma resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) admite o descarte de alguns tipos de pilhas e baterias, como as comuns e alcalinas, no lixo doméstico ou de uma empresa.

Mas o ex-senador Gerson Camata (PMDB-ES) considera que o correto é determinar o recolhimento e armazenamento adequado de todas as unidades usadas, e não apenas as que contêm componentes considerados tóxicos como o chumbo, níquel-cádmio e óxido de mercúrio.

Para isso apresentou um projeto de lei, aprovado nesta terça-feira (12) na Comissão de Assuntos Econômicos, com obrigações para estabelecimentos que vendem pilhas ou baterias.

A ideia é que esses locais recebam dos consumidores as unidades usadas e que posteriormente esse material seja recolhido pelos fabricantes ou importadores.

“Para tanto, esses estabelecimentos ficarão obrigados a instalar coletores, em local visível e de fácil acesso aos consumidores. O rótulo das pilhas e baterias deverá informar o consumidor sobre a correta devolução das unidades usadas”, explica o senador Waldemir Moka (PMDB-MS).

Quem desrespeitar a norma sofrerá sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor e na legislação ambiental.

O projeto de lei segue para a votação na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

As informações são da Rádio Senado

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Mario Sergio Cortella – Não nascemos prontos

Posted on 13th abril 2011 in Informação

Mario Sergio Cortella é um dos melhores autores e palestrantes nacionais.

Assista o vídeo através do link http://www.youtube.com/watch?v=89BMhivvRFE  Acredite. Você vai gostar!!!

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A TerraCycle é um dos criadores de produtos verdes que mais cresce no mundo

Posted on 11th abril 2011 in Dicas

A TerraCycle dos EUA cria produtos verdes a partir de vários tipos de materiais de difícil reciclabilidade que não possuem destinação adequada. Possui parcerias exclusivas com empresas como Kraft Food, Frito Lay, Stonyfield Farm, Mars Wrigleey e muitos outros. Com mais de 50 produtos disponíveis nas maiores redes varejistas do mercado norte-americano como Wal–Mart, Target, The Home Depot, OfficeMax, Petco e Whole Foods Market, a TerraCycle é um dos criadores de produtos verdes que mais cresce no mundo. Nossa esperança é eliminar a ideia de resíduo através de formas inovadores e únicas de reutilizá-lo.

Acesse: http://www.terracycle.com.br/

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JANUS

Troféu Destaque de Excelência em Responsabilidade Social – Circuito 2010 – da Feira do Empreendedor

Posted on 11th abril 2011 in Informação

O SEBRAE, no Pará, conquistou o Troféu Destaque de Excelência em Responsabilidade Social –  Circuito 2010 – da Feira do Empreendedor, que se constitui no maior evento de empreendedorismo do Pará.

A Feira do Empreendedor é um evento de desafios, o que o torna altamente estimulante. É preciso empreender um esforço, algumas vezes hercúleo para darmos conta de tudo. Contudo, os resultados alcançados, a experiência adquirida, o convívio com colegas e parceiros, a rede de relacionamentos que cresce e se fortalece a cada nova edição e, principalmente, fazer parte da concretização da missão do SEBRAE não tem preço.

Obrigada aos colegas de trabalho e parceiros pelo comprometimento e responsabilidade no evento que representa tanto para o SEBRAE/PA e para a sociedade paraense.

 Abraços

 

 

 

 

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Você ja conhece o BioMagnetizer?

Posted on 8th abril 2011 in Legislação

Como BioMagnetizer ajuda o meio ambiente?

BioMagnetizer é um produto totalmente desenvolvido para ser ecológico. Com uma redução de até 96% de poluentes, se torna de longe o mais versátil produto para todos aqueles que desejam combinar economia e cidadania. Além disso são produzidos com materiais recicláveis que permitem a reutilização contínua sem agredir o meio ambiente.

O que é?

BioMagnetizer é um energizador biomagnético feito de imãs de cerâmica natural,
fabricado com tecnologia monopolar, patenteada sob o código(P1050097-3).

Como funciona?

Funciona com força magnética monopolar junto ao fluxo de combustível, onde organiza
as moléculas para uma melhor combustão nos motores que trabalham com alcool e
combustíveis derivados do petróleo. Todo o seu funcionamento é baseado em pesquisas
científicas premiadas com o Nobel de Física de 1910 (J. D. Van der Walls).

Onde pode ser usado?

Pode ser usado em motores que utilizam combustível, gases termocalóricos(gás de cozinha).

Acesse: www.biomagnetizer.com.br e confira os benefícios que o biomagnetizer.

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Mapa interativo do IBGE na internet apresenta indicadores econômicos e avanços nos ODM

Posted on 24th março 2011 in Legislação

Site apresenta sínteses e dados comparáveis de indicadores

O mapa-múndi interativo foi desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e está no ar desde 2007. O site apresenta sínteses e dados comparáveis de indicadores econômicos, sociais, demográficos e geográficos de 196 países. Dados sobre os oito Objetivos do Milênio destes países também são apresentados.

Confira: http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php

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História do Dia Mundial da Água, 22 de março, Declaração Universal dos Direitos da Água, sugestões de preservação

Posted on 22nd março 2011 in Informação

Dia Mundial da Água

Água: um bem natural que deve ser preservado

 

História do Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos. 

Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem. 

Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia. 

Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam. 

Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras. 

Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. 

Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis. 

Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado. 

Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. 

Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

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Para OIT, Brasil aliou inclusão social e crescimento econômico em plena crise – Blog do Trabalho

Posted on 22nd março 2011 in Informação

A experiência brasileira mostra que a inclusão social e o crescimento econômico são objetivos compatíveis quando políticas adequadas são postas em prática. Essa é a opinião de Laís Abramo, Diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT)  no Brasil ao comentar esta semana o lançamento do estudo feito pelo escritório brasileiro da entidade com o Instituto Internacional de Estudos do Trabalho sobre a estratégia inovadora de proteção e aumento da renda adotada pelo Brasil.

Segundo o relatório divulgado ontem (21), políticas sociais e de emprego bem concebidas implementadas paralelamente com políticas macroeconômicas, fizeram com que a recessão causada pela crise financeira internacional durasse apenas dois semestres no Brasil.

O estudo mostra que o Brasil criou mais de 3 milhões de empregos formais nos últimos dois anos e atingiu um crescimento econômico de mais de 7 por cento em 2010, voltando assim aos níveis pré-crise. A retomada do crescimento econômico esteve centrada em uma forte geração de emprego e aumento de renda. Além disso, a informalidade e a desigualdade diminuíram nesse período.

Ainda conforme a OIT, o sucesso do Brasil também pode ser explicado pela capacidade do governo em equilibrar o emprego e as políticas sociais, por um lado, e as políticas macroeconômicas e de crescimento econômico, por outro. De fato, o governo garantiu que o ambiente de negócios se mantivesse robusto e em posição de responder ao aumento da demanda. Desta forma, as políticas de suporte à interação entre a oferta e a demanda tiveram efeitos importantes sobre o emprego.

A entidade cita, como exemplo, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados de veículos, que ajudou a preservar entre 50 mil e 60 mil postos de trabalho neste setor crucial, enquanto a decisão de aumentar as transferências de benefícios sociais significou uma injeção de cerca de US$ 30 bilhões na economia.

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OS SAPOS

Posted on 22nd março 2011 in Mensagens

Se existem três sapos numa folha, e um deles decide
pular da folha para a água, quantos sapos restam na
folha?
O interessante seria pensarmos antes de olharmos,
abaixo, a resposta, pois ela não é tão simples como
parece…

Pense…
A resposta certa é: Restam três sapos.
Porque o sapo apenas decidiu pular.
Ele não fez isso.
Nós não somos como o sapo, muitas vezes?
Decidimos fazer isso, fazer aquilo, mas ao final
acabamos não fazendo nada?
Na vida, temos que tomar muitas decisões.
Algumas fáceis; algumas difíceis.
A maior parte dos erros que cometemos não se deve a
decisões erradas.
A maior parte dos erros se devem a indecisões.

Temos que viver com as conseqüências das nossas
decisões.
E isto é arriscar.
Tudo é arriscar.
Rir é correr o risco de parecer um tolo.
Chorar, é correr o risco de parecer sentimental.

Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento. Expor
os sentimentos é arriscar a expor-se a si mesmo.
Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los.

Amar é correr o risco de não ser amado.
Viver é correr o risco de morrer.

Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de falhar.
Os riscos precisam ser enfrentados, porque o maior
fracasso da vida é não arriscar nada.
A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem
nada, é nada.
Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende,
não sente, não muda, não cresce ou vive. Presa à sua
servidão, ela é uma escrava que teme a
liberdade.

Apenas quem arrisca é livre.

O pessimista, queixa-se dos ventos.
O otimista, espera que mudem.
O realista, ajusta as velas

Que tal sair da zona de conforto e arriscar-se?  Existe uma grande possibilidade de crescer com isto.

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Brasil: a aventura da mobilidade

Posted on 17th março 2011 in Informação
 

Caminhar pelas cidades brasileiras significa enfrentar o desafio da morte em cada esquina, em cada faixa de pedestre. Se os motoristas brasileiros não mudarem de comportamento no trânsito teremos milhares de turistas atropelados durante as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Afinal, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, quando uma pessoa desce da calçada em uma faixa de pedestres, o trânsito pacientemente para.

Nas reportagens sobre os preparativos para as Olimpíadas e para a Copa do Mundo há defensores das bicicletas, dos trens, do metrô, dos coletivos em geral e até quem defenda ainda a mobilidade urbana baseada no automóvel. Mas poucos se lembram dos pedestres, que em última instância somos todos nós quando não estamos a bordo de algum tipo de transporte. Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Belo Horizonte e outras que receberão milhares de turistas não estão preparadas para o desafio da cidadania na mobilidade. Até agora não existe nenhum movimento visível em direção à educação dos motoristas brasileiros para que não assassinem os torcedores que vierem visitar o Brasil nestes mega-eventos.

O Brasil precisa deixar de ser o país do jeitinho e se tornar o país que respeita sinalização de trânsito e, principalmente, faixas de pedestres, que atualmente são verdadeiras armadilhas para pessoas que se acreditam seguras porque elas são definidas pela lei como “extensões da calçada”, portanto, território de pedestres, para quem os carros devem parar e esperar.

“Se eu parar na faixa o carro de trás pode bater no meu carro”, foi a explicação que ouvi outro dia na rua. Os motoristas deveriam reduzir automaticamente a velocidade ao aproximarem-se de locais sinalizados para a travessia de pedestres. Dados de pesquisadores americanos demonstram que com carros a 32km/h matam 5% dos pedestres atingidos, enquanto 65% sofrem lesões e 30% sobrevivem ilesos. A 48km/h, 45% das vítimas morrem, 50% sofrem lesões e 5% sobrevivem ilesos. A 64km/h 85% das pessoas atingidas por veículos morrem e os 15% restantes sofrem algum
tipo de lesão.

Outro dado impressionante, é que o atropelamento é a terceira maior causa de morte de crianças em nossas cidades. Os números entre os idosos também não são desprezíveis. São cerca de 45 milhões de pessoas que recebem uma licença para dirigir, e que recebem a maior parte da atenção do poder público, contra pouco mais de 150 milhões que caminham e que podem morrer por um simples descuido ao atravessar uma rua, mesmo que estejam sob a “proteção de uma faixa de pedestres”.

Outro dado interessante, desta vez sobre a cidade de São Paulo, mostra que 36% das viagens dentro da cidade são feitas a pé, contra apenas 27% realizadas de automóvel. No entanto, mais de 80% dos investimentos públicos são focados na mobilidade por automóveis. As bicicletas respondem também por outro grande percentual, seja em trajetos completos, casa-trabalho, ou casa-transporte coletivo. Somados, pedestres e ciclistas representam mais da metade das viagens na cidade.

Quando se fala dos conflitos nas vias públicas, há, certamente, a imprudência de muitos pedestres, que também devem cuidar de cumprir a sua parte e não se exporem desnecessariamente, ou de forma imprudente aos riscos da mobilidade urbana. Mas, o que vemos atualmente na maior parte das cidades brasileiras é um abuso de força das pessoas motorizadas. Quanto mais lata, mais arrogância na circulação e a conquista dos espaços destinados a pedestres pelo peso de suas máquinas.

O país já tem um PAC da Mobilidade nas Grandes Cidades, que investirá R$18 bilhões – R$6 bilhões de investimento direto da União e R$12 bilhões por meio de financiamento – para ampliar a capacidade de locomoção e melhorar a infraestrutura do transporte público nas grandes cidades. Nos próximos meses o poder público deveria utilizar parte desses recursos com campanhas de educação para a mobilidade urbana. Caso contrário será trágico ter de explicar porque muitas pessoas que virão passear, praticar esportes ou assistir jogos por todo o Brasil terão de voltar para seus países e para suas famílias em caixões lacrados.

*Dal Marcondes é jornalista, diretor da Envolverde, passou por diversas redações da grande mídia paulista, como Agência Estado, Gazeta Mercantil, Revistas Isto É e Exame. Desde 1998 dedica-se a cobertura de temas relacionados ao meio ambiente, educação, desenvolvimento sustentável e responsabilidade socioambiental empresarial. Recebeu por duas vezes o Prêmio Ethos de Jornalismo e é reconhecido como um “Jornalista Amigo da Infância” pela agência ANDI.

**Publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital – http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/brasil-a-aventura-da-mobilidade

FOTO
Crédito:
Samuel Kassapian Jr – Flickr – http://www.flickr.com/photos/26016495@N02/3100055353
(Envolverde/Carta Capital)

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